O primeiro contato do sommelier Luiz Carlos com o mundo
do vinho se iniciou de forma, no mínimo, curiosa.
Contratado para trabalhar no controle de estoque da adega
do restaurante Fasano, em São Paulo, Luiz Carlos começou
a tomar gosto pelo assunto em meio a grandes vinhos
de Bordeaux e Borgonha, que degustava quase que
diariamente com sommeliers da casa. Mas foi em um curso
da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo que
o profissional se aprofundou no tema. Em 97, foi convidado
para inaugurar o restaurante Parigi e, ainda na capital
paulista, passou por outras casas do grupo Fasano, como
Gero e Armani Caffè. Em 2004, Luiz Carlos foi chamado
para abrir o Gero no Rio, onde ficou até 2007.
No comando da nova adega do Quadrifoglio, o sommelier
priorizou rótulos de regiões emergentes do Velho Mundo,
como Bierzo, na Espanha, Sardenha, Grécia, Cahors
e Minervois, no sul da França, entre outras, e manteve
clássicos como o italiano Barbera d'Alba, Chateaux Ferrière
Gran Cru, de Bordeaux, e Nicolas Potel, de Borgonha,
que harmonizam perfeitamente com as opções
do menu da casa.
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